segunda-feira, 26 de julho de 2010

TECNICO PRA QUE?

Nada contra Mano Menezes. Nada a favor. Porque nada existe de relevante na função, salvo raras exceções.
Antigamente, técnico de futebol era igual padre que o cargo privilegiado de quem comprava o uniforme do time e exercia o direito de escalar, dar palpites e ficar dentro de campo igual a um padre que dá sermão sem nada entender de Deus.
Pouca coisa mudou. Talvez, a bola e o uniforme sejam as únicas diferenças: nenhum técnico precisa comprar mais.
Nem Vicente Feola nem Aimoré Moreira nem Zagalo nem Parreira nem Filipão, nenhum deles ganhou Copa do Mundo. Pelé, Garrincha, Zito, Nilton Santos, Romário, esses sim.
Tática, estratégia e etecéteras mil a seleção da Rússia levou para a Suécia, em 1.958, mas dois ou três dribles de Garrincha desfizeram todos os traçados.
No risque e rabisque dos técnicos não existe o imensurável. E justamente aí está a magia do futebol.
Mas, por que existem os técnicos?
Eles foram consagrados pelos dirigentes como sua tábua de salvação.
Os técnicos existem para serem mandados embora pelos dirigentes que assim ficam eternamente impunes em seus cargos.
A diferença entre técnico e boi de piranha é que boi de piranha não leva nada do dono da boiada.

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FRED ENTRA NA LINHA DURA MURICY

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"Não quero o espírito do Fred Mercury baixando em você, entendeu? Mas, o do Fred Flinstone pode, tá?"

ACABOU-SE O QUE ERA DOCE NO FLUMINENSE

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EM CAMPO O FUTEBOL AZEDO DO MURICY

EVOLUÇÃO

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Barreira com dois andares. Essa a grande inovação que Muricy traz para o Fluminense.

ORA, A BOLA

--- O adversário é que tem que correr atrás da bola, entenderam?
--- E nós?
--- Nós corremos atrás do adversário.
--- E a bola?
--- A que espirrar é nossa!



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miguelterra@yahoo.com.br Profissional de Jornalismo, Propaganda, Magistério, Música, Literatura, TV e Teatro. Em jornalismo, atuou como redator, editor e cronista dos jornais Folha de S. Paulo e Raposa Magazine, da Fundação Cultural de Curitiba. Em Música, trompetista e jazzista. Em Propaganda, atuou no depto. de criação das agências DPZ, Rino Publicidade, Almap/BBDO, Leo Burnett, Norton Publicidade, Grey Advertising, com prêmios nacionais e internacionais de criatividade. Teatro: autor da peça "Não faz már, não tem`portância", uma dedicatória a Adoniran Barbosa. Magistério: Lecionou na Faculdade Anhembi e UNIP. TV: Roteirista da TV Cultura e SBT (programa de pesca ecológica). Literatura: Autor dos livros "Anjo e Demônio na Propaganda", "São Paulo de Todos os Milagres", "Jundiaí do Canto do Japi", "Futebol que Lava a Alma", "Sob as Sombras do Bem e do Mal" e "A Arte da Comunicação, Musicalmente Falando". miguelterra@yahoo.com.br