segunda-feira, 26 de julho de 2010

TECNICO PRA QUE?

Nada contra Mano Menezes. Nada a favor. Porque nada existe de relevante na função, salvo raras exceções.
Antigamente, técnico de futebol era igual padre que o cargo privilegiado de quem comprava o uniforme do time e exercia o direito de escalar, dar palpites e ficar dentro de campo igual a um padre que dá sermão sem nada entender de Deus.
Pouca coisa mudou. Talvez, a bola e o uniforme sejam as únicas diferenças: nenhum técnico precisa comprar mais.
Nem Vicente Feola nem Aimoré Moreira nem Zagalo nem Parreira nem Filipão, nenhum deles ganhou Copa do Mundo. Pelé, Garrincha, Zito, Nilton Santos, Romário, esses sim.
Tática, estratégia e etecéteras mil a seleção da Rússia levou para a Suécia, em 1.958, mas dois ou três dribles de Garrincha desfizeram todos os traçados.
No risque e rabisque dos técnicos não existe o imensurável. E justamente aí está a magia do futebol.
Mas, por que existem os técnicos?
Eles foram consagrados pelos dirigentes como sua tábua de salvação.
Os técnicos existem para serem mandados embora pelos dirigentes que assim ficam eternamente impunes em seus cargos.
A diferença entre técnico e boi de piranha é que boi de piranha não leva nada do dono da boiada.

domingo, 18 de julho de 2010

BRASILEIRÃO BRASILEIRINHO

AVE, JÚLIO CESAR
Enfim, Mano Menezes tem um time que joga com a cabeça.
NEM BEM ASSUMIU O CARGO E FILIPÃO JÁ ESTÁ FURIOSO: TODO O TIME DO PALMEIRAS FOI AO BAILE DO AVAÍ.


Enfim, a bola é nossa.
Que bom ver no Brasileirão uma bola sem desvios. Com a bola Jabulani na África houve desvios de todo jeito e foi a FIFA quem levou a maior bolada.

Procura-se time de futebol perdido em campo.
Informações para Ricardo Gomes - São Paulo.
A Portuguesa só vai ter torcida em campo quando jogar depois da meia-noite, que é a hora em que todas as padarias já estão fechadas.

domingo, 11 de julho de 2010

Bosque Sereno


Serenidade.
Ela fez a diferença nesta Copa em que até a bola era nervosa, descontrolada e um pouco louca.
Vicente Del Bosque, tecnico da seleção da Espanha, mostrou que os exageros da fala e dos gestos são próprios de quem não percebe que a Terra é uma bola que Deus equilibra no espaço serenamente.
Quem não percebe fuça o nariz e come meleca como o tecnico da seleção alemã.
Não confundam serenidade com o comportamento do Parreira. Aquilo é pura indiferença de quem passa pela vida com o nariz virado, na prepotência de ter um mundo só seu, porque além dele sente um mau cheiro insuportável.
Del Bosque lembra Didi, Zizinho, Mengálvio, Sócrates, Ademir da Guia, Nilton Santos, jogadores que não se implicavam com o vento se, por acaso, um vento africano desmanchasse os seus cabelos ou desviasse a trajetória da bola e dessa vida certinha e programada.
Serenidade.
E que nenhum publicitário faça com os 60 anos de Del Bosque um joguinho medíocre de palavra, tipo Serena Idade. Porque mediocridade ninguém aguenta mais por aqui.




sexta-feira, 2 de julho de 2010

O BRASIL GANHOU

Imagine se a mediocridade vencesse outra vez. Ela que tem feito gato e sapato de nossa alma.
Imagine ter que engolir as lições do cárcere de Dunga, que prende o futebol brasileiro e a nossa alma num amargo canto da boca.
Imagine ter que ver Lula e Dilma com a camisa da seleção e sem nenhum Brasil no coração.
Imagine só.
O Brasil ganhou.
E cala a boca Galvão.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

CAIO, O COMENTARISTA LIFEBUOY, E OUTROS

Como é que eu posso ouvir com atenção o Caio, se ele abre seus comentários com os mesmos chavões do Museu do Futebol, tem jeito de garoto propaganda do sabonete Lifebuoy e ainda comenta jogo como se lesse bula de remédio?
Como é que eu vou entender o que fala o Casagrande, se oito de dez palavras saem enroladas e algumas pingam pelo canto da boca?
Como é que eu posso ouvir o Neto, se ele grita nos meus ouvidos e vive a ofender o português?
Como é que eu posso ouvir o Edmundo se o Edmundo não fala?
E o que eu faço com esta Copa do Mundo onde as estrelas maiores são a Vuvuzela e o Galvão Bueno?
Ah, meus amigos, desculpem, mas vou-me embora pra Pasárgada.

A JABULANI É COISA DOS VELHINHOS DA FIFA

Essa bola da Copa, a Jabulani, não é coisa de extraterrestre, como disse o Luís Fabiano.
É coisa pior: ela foi criada com palpites dos velhinhos da FIFA, com participação especial de Ricardo I, o Rei, e João Ave Maria, seu conselheiro imortal. Portanto, ela é uma bola caduca, que passa por cima das Leis da Física como passam os velhinhos caducos. Exemplo: um velhinho caduco sempre gira em sentido contrário ao da Terra e se pegar um efeito estranho no segundo passo acaba batendo a cabeça na trave.
Tomara que em 2.014 os velhinhos da FIFA não inventem um apito com frequência de vibração abaixo de 20 ou acima de 20 mil Hertz. Fora dessa frequência, só elefante e velhinho caduco ouvem. Por isso que os velhinhos caducos falam sozinhos.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

DIÁRIO DA COPA


DUNGA NO ANALISTA

"Dunga, com toda minha experiência em psicanálise, o que eu posso dizer é que você está passando por um processo de identificação. Na identificação, a pessoa se transforma de acordo com aquilo que mais admira fora de si.
No seu caso, a identificação foi com um rinoceronte.
Essa é a razão de você sentir que pesa três toneladas.
Essa sensação de ter dois chifres no nariz, essa vontade de ficar dentro dágua, esse comportamento anti-social, irascível, às vezes grotesco, tudo isso vem da identificação com o rinoceronte.
O fato de você ver o Jorginho como um passarinho é também consequência da identificação.
O rinoceronte tem um amigo fiel, que é um passarinho pequenininho, que além de catar seus carrapatos ainda dá o alerta da presença ou aproximação de inimigos, no seu caso os jornalistas.
Mas, não se preocupe, Dunga, não se preocupe. Essa identificação passa. Só tome cuidado para não ficar olhando muito tempo para as gazelas. Nesse caso, geralmente, a identificação fica."

domingo, 30 de maio de 2010

DIÁRIO DA COPA


DUNGA PREOCUPADO COM A MOLEZA GERAL

"Desculpem, mas não dá, assim não dá.
Como técnico da seleção brasileira preciso acabar com essa moleza.
Não posso admitir que jogador meu cochile em pleno exercício físico. Daí, minha decisão, que é irrevogável. E se é radical, o problema é meu, os jornalistas que vão pentear gorilas.
Amanhã, você, Paixão, e você, Fábio, coloquem os jogadores em formação no meio do campo. Só isso. Mais nada. Mas, estejam com suas pranchetas para anotar impulsão, velocidade, jogo de cintura, reflexos condicionados, espírito de equipe.
Nosso querido presidente Ricardo Teixeira teve uma idéia genial para acabar com a pasmaceira nos treinos da seleção.
Nosso presidente alugou um leão. Ele será solto amanhã no meio de campo pelo domador.
O treino começa quando o primeiro jogador perceber o leão."

sexta-feira, 28 de maio de 2010

DIÁRIO DA COPA


ROBINHO ESTRESSADO
"Professor Dunga: eu não aguento mais. Não sei se é a solidão ou se é ficar tanto tempo no mesmo lugar, com o mesmo jogo de baralho, o mesmo pebolim, o mesmo pingue-pongue, o mesmo sorriso que cai do céu na boca do Kaká. Por isso que ele vive de boca aberta até quando jogal golfe. Ai, eu só sei que estou vendo zebra. Pra onde olho, tem zebra. E se fecho os olhos, ela aparece no escuro. Preciso de ajuda, professor. Hen? Meu nome? Claro que é Robinho... Onde estou? Aqui... Aqui onde? África do Sul, professor...Meu problema é ver zebra, só isso. Hen? Tentar mentalizar e apagar as listras da zebra? Eu devo usar a força do pensamento? Estou tentando, professor, estou tentando... Ai, que legal, as listras estão sumindo, sumindo, não tem mais listra nenhuma. E agora? Agora, professor, só estou vendo um burro na minha frente."





quarta-feira, 26 de maio de 2010

CUIDADO, DUNGA


Era uma vez um circo de lona furada, bem atrás da velha cadeia de São Miguel Arcanjo.
Naquele tempo ainda existiam terrenos baldios.
A maior atração do circo era o número do Leão (nada a ver com CPF nem CBF).
Acontecia assim: uma linda e sensual domadora deixava um torrão de açucar bem na pontinha da língua e a esticava na direção do Leão.
Enquanto a distinta platéia temia o pior, o Leão lambia o açucar delicadamente, sem engolir a domadora.
Incrível. Aplausos. Pedidos de bis. Rufar de tambor na banda do Joaquim Maestro.
Açucarando a boca do Leão, a domadora levava uma vida mansa.
Mas, uma noite, o turco Zacarias gritou lá do alto do poleiro:
--- Isso aí eu também faço!
Ohhhh!!! Espanto geral na distinta platéia.
O orgulho da domadora despencou no pó de serra do picadeiro. Com um sorriso amarelo, ela desafiou Zacarias:
--- Então, venha!
E Zacarias respondeu lá do alto do poleiro:
--- Pode colocar o torrão de açucar na boca, moça, que eu lambo melhor do que o Leão. Mas, tire o Leão daí.
Moral da história: Quando não tem Leão por perto a vida é mansa, Dunga. Mas, a África é cheia deles e está chegando mais.


domingo, 23 de maio de 2010

DDD PARA O ALÉM. ENTREVISTA COM MANÉ GARRINCHA.

--- Alô, alô!!! Garrincha??? Tá podendo falar?
--- Sim, sim.
--- Tudo bem?
--- Mais ou menos.
--- Mais ou menos? Qual o problema?
--- Acontece que aqui em cima é tudo muito certinho.
--- O céu é assim mesmo, Garrincha.
--- Às vezes, eu fico em dúvida se o lugar onde tudo é muito certinho é o céu ou é o inferno.
--- Claro que é o céu.
--- Sei, não. Você nem imagina como dói saber que a Elza ainda bota pra quebrar aí embaixo e não me deixam dar nem um chauzinho pra ela.
--- A disciplina por aí é dura assim?
--- O céu é um lugar certinho como Curitiba e com um centro de treinamento igual ao do Dunga.
--- E Deus?
--- Deus nunca vi e não dá pra saber se o que pregam por aqui é mentira ou é verdade.
--- Tente uma escapadinha, Garrincha.
--- Bons tempos em que eu pulava a cerca. Aqui não dá.
--- Nenhuma diversão, Garrincha?
--- A gente joga pingue-pongue.
--- Só isso?
--- Também tem sinuca e pebolim. Às vezes, o supervisor organiza um bingo. Ai, que Deus me perdoe, mas eu ainda prefiro uma suequinha daquelas do Mundial de 58. Eu dava a maior sorte.
--- Meu Deus: você está mesmo num lugar parecido com a concentração do Dunga.
--- É por isso que ainda não sei se estou no céu ou no inferno.






quinta-feira, 20 de maio de 2010

UM TAPINHA NÃO DÓI

Repórter entrevista Kleber logo após sua expulsão, com pouco mais de um minuto de jogo:
--- Qual foi a provocação de Richarlyson para levar aquela cotovelada, Kleber?
--- Eu não dei cotovelada nenhuma. Foi só um tapinha. E um tapinha não dói.
--- Mas, Richarlyson mostrou ao juiz a boca vermelha de sangue.
--- Que sangue? Não havia sangue nenhum. Era baton.

terça-feira, 18 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

NA ÁFRICA, O FUTEBOL CHATO DO BRASIL

Os técnicos chatos sempre se esquecem de que a Terra é redonda e repetem no giro seguinte as mesmas instruções do giro anterior.
Os técnicos chatos são um gênero humano de última necessidade. Porque um técnico chato é uma figurinha descartável no mais banal album de futebol.
Um técnico chato não deixa para amanhã os sacos que pode encher hoje.
O futebol de um técnico chato é curto, via lateral, sem grande alcance.
Claro que tememos por nossa sorte na África.
É que Deus não gosta dos chatos. Ele sabe do que são capazes com seus sermões repetidos, enfadonhos, sem nenhuma graça.
Quando um técnico chato pretende descontrair o ambiente, ele conta uma piada de papagaio.
E nada é mais chato no mundo que ouvir piada de papagaio.
Enfim, um chato, é um chato, é um chato.
E que bola redonda a gente pode esperar na África?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

E POR FALAR EM CRUZEIRO

--- Que livro você anda curtindo ultimamente, Richarlyson?
--- Viagem às Estrelas, de Robert Jastrow. Ah, que belo passeio.

O IMPREVISÍVEL

Fernandão tem o perfil de quem mata a bola no peito, baixa na terra e seja o que o Rogério Ceni quiser (ou Deus).

terça-feira, 11 de maio de 2010

NA ÁFRICA, O FUTEBOL BUNDÃO DO BRASIL

O Futebol Bundão foi criado pelo técnico Parreira. Aliás, é um futebol que tem a cara dele. Reparem bem.
No Futebol Bundão --- que o fiel discípulo Dunga adotou --- o que importa é deixar as coisas como estão para ver como é que fica. Nada sai do lugar comum. E a bola que era redonda fica chata e o mundo que girava pára e os namorados voltam ao papai-e-mamãe embaixo das cobertas e os velhos não trocam mais o pijama e ninguém retira a rosa murcha do vaso e a água da torneira quebrada ficará a pingar e os cupins transformarão em pó a mesa de jantar.
Futebol Bundão é essa coisa que não deixa o que é leve flutuar em campo e quem comanda tem a petulante expressão de quem matou Deus ao acertar a previsão do tempo. Mas, Deus sempre será a leveza imprevisível de Neimar, Ganso, Ronaldinho Gaucho, Pelé, Garrincha diante de todos esses Bundões que se acomodam no Banco do Brasil.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

RONALDINHO VAI EMAGRECER NA ÍNDIA

O iogue Prahlad Jani, de 83 anos, há mais de 70 não come nem bebe nada. Os cientistas estão assombrados com sua saúde extraordinária. O médico do Corintians, também. E ele pretende levar Ronaldinho à India para um encontro com o iogue.
--- Pra que uma coisa dessas, doutor?
--- Pra emagrecer, Ronaldinho.
--- É radical demais, doutor.Eu vou ficar sem beber nada?
--- Nada.
--- Nem uma geladinha?
--- Nada.
--- Doutor: quem é que aguenta ficar na Índia sem beber nada?
--- O iogue vai orientar você.
--- Doutor, tem um problema aí: que será do xixi se eu não beber nada?
--- Acaba o xixi.
--- E aquela balançadinha da prorrogação, doutor?
--- Não haverá mais necessidade. Mas, se você quiser balançar, balance.
--- Balançar sem aquele arrepiozinho não tem graça.
--- Então, esquece.
--- Peraí, doutor. O senhor está dizendo que eu vou ficar sentado igual a um Buda?
--- Igualzinho. Até sumir a barriga.
--- A do Buda não sumiu.
--- Por isso que ele não jogava bola.
--- Doutor, isso quer dizer que eu vou ficar sentadinho sem comer nada.
--- Nada.
--- Nem uma batatinha?
--- Nada.
--- E o que é que eu faço quando me sentar na bacia do banheiro?
--- Nada.
--- Nem um ventinho, doutor?
--- Ventinho não precisa ser na bacia.
--- Doutor: o senhor tem certeza que eu vou emagrecer sem morrer?
--- Claro. O iogue Prahlad Jani tem o segredo. E por incrível que pareça é um segredo que ele já contou para o Lula e virou programa de governo.
--- Que programa?
--- O Fome Zero. Ninguém come nem bebe nada, todo mundo emagrece, mas, segundo o Governo, ninguém morre.
--- Ai, eu quero minha mãe.

domingo, 9 de maio de 2010

ENTREVISTA JAMAIS FEITA COM O GOLEIRO MARCOS

--- Por que você sempre ergue os braços e reclama da defesa?
--- Eu não reclamo de nada.
--- Então, por que você ergue os braços?
--- Para agradecer a Deus e fazer merchandising de desodorante.
--- Mas, não dá nem para ver Deus nem a marca do desodorante.
--- Esse é o problema. O mesmo problema que eu tenho com o merchandising de cueca. Não dá pra ver.
--- Voce é briguento, Marcos?
--- Só quando fico louco.
--- E o que o deixa louco?
--- Zagueiro central do meu time e centro-avante do time adversário.
--- E o que você faz em sua loucura?
--- Eu chuto o vento.
--- E por que não a trave?
--- A trave dói.
--- O que mais você faz na sua loucura?
--- Eu saio correndo.
--- Pra onde?
--- Isso é o que eu gostaria de saber.
--- Mais alguma loucura?
--- Chutar a bola o mais alto possível.
--- Por que?
--- Para olhar o céu e ver se vai chover. É assim que eu faço na minha fazenda, no interior.
--- Você leva bola pra fazenda?
--- Não. Lá eu chuto bosta de vaca.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O PIOR CEGO...

--- Dunga, você já viu o Ganso jogar?
--- Não!
--- Você já viu a nova Ferrari do Stevie Wonder?
--- Não!
--- Nem ele.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

GOLEIRO DE VELUDO


--- Ele passa desodorante no intervalo dos jogos?
--- Passa.
--- Nunca deixou de escovar os dentes após as refeições?
--- Nunca.
--- Depila o peito?
--- Ele jura que seu peito liso é de nascença.
--- Qual a marca de seu papel higiênico?
--- Nenhuma. Ele usa bidê.
--- Solta pum na rodinha?
--- Jamais.
--- Usa talco?
--- Apenas nas partes onde as crianças têm assaduras.
--- Conta piadas?
--- Só aquelas que aprendeu no programa Ra-Tim-Bum.
--- Faz gestos obscenos?
--- Ele coçou o bum-bum uma vez só. E nunca mais.
--- Voce acha que coçar o bum-bum é um gesto obsceno?
--- É que ele cheirou depois.
--- E quem falou que isso é obscenidade?
--- Ele.
--- Já andou pelado pela concentração?
--- Meio pelado. Sua intenção era ficar de sunga, mas distraído ele vestiu a camiseta e esqueceu a sunga.
--- E daí???
--- Daí que de tanta vergonha ele ficou com as bochechas vermelhas.
--- Bochechas superiores ou inferiores?
--- As quatro.
--- Grato. Nada mais a perguntar. Eu só quero dizer que Rogério Ceni é o maior goleiro da história do São Paulo. Maior que Poy, maior que Mário, maior que Suli, maior que Valdir Perez, maior que tudo. Grandes heróis como Rogério Ceni às vezes passam entre nós disfarçados de abobrinhas.

FRED ENTRA NA LINHA DURA MURICY

FRED ENTRA NA LINHA DURA MURICY
"Não quero o espírito do Fred Mercury baixando em você, entendeu? Mas, o do Fred Flinstone pode, tá?"

ACABOU-SE O QUE ERA DOCE NO FLUMINENSE

ACABOU-SE O QUE ERA DOCE NO FLUMINENSE
EM CAMPO O FUTEBOL AZEDO DO MURICY

EVOLUÇÃO

EVOLUÇÃO
Barreira com dois andares. Essa a grande inovação que Muricy traz para o Fluminense.

ORA, A BOLA

--- O adversário é que tem que correr atrás da bola, entenderam?
--- E nós?
--- Nós corremos atrás do adversário.
--- E a bola?
--- A que espirrar é nossa!



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miguelterra@yahoo.com.br Profissional de Jornalismo, Propaganda, Magistério, Música, Literatura, TV e Teatro. Em jornalismo, atuou como redator, editor e cronista dos jornais Folha de S. Paulo e Raposa Magazine, da Fundação Cultural de Curitiba. Em Música, trompetista e jazzista. Em Propaganda, atuou no depto. de criação das agências DPZ, Rino Publicidade, Almap/BBDO, Leo Burnett, Norton Publicidade, Grey Advertising, com prêmios nacionais e internacionais de criatividade. Teatro: autor da peça "Não faz már, não tem`portância", uma dedicatória a Adoniran Barbosa. Magistério: Lecionou na Faculdade Anhembi e UNIP. TV: Roteirista da TV Cultura e SBT (programa de pesca ecológica). Literatura: Autor dos livros "Anjo e Demônio na Propaganda", "São Paulo de Todos os Milagres", "Jundiaí do Canto do Japi", "Futebol que Lava a Alma", "Sob as Sombras do Bem e do Mal" e "A Arte da Comunicação, Musicalmente Falando". miguelterra@yahoo.com.br