segunda-feira, 21 de junho de 2010

CAIO, O COMENTARISTA LIFEBUOY, E OUTROS

Como é que eu posso ouvir com atenção o Caio, se ele abre seus comentários com os mesmos chavões do Museu do Futebol, tem jeito de garoto propaganda do sabonete Lifebuoy e ainda comenta jogo como se lesse bula de remédio?
Como é que eu vou entender o que fala o Casagrande, se oito de dez palavras saem enroladas e algumas pingam pelo canto da boca?
Como é que eu posso ouvir o Neto, se ele grita nos meus ouvidos e vive a ofender o português?
Como é que eu posso ouvir o Edmundo se o Edmundo não fala?
E o que eu faço com esta Copa do Mundo onde as estrelas maiores são a Vuvuzela e o Galvão Bueno?
Ah, meus amigos, desculpem, mas vou-me embora pra Pasárgada.

A JABULANI É COISA DOS VELHINHOS DA FIFA

Essa bola da Copa, a Jabulani, não é coisa de extraterrestre, como disse o Luís Fabiano.
É coisa pior: ela foi criada com palpites dos velhinhos da FIFA, com participação especial de Ricardo I, o Rei, e João Ave Maria, seu conselheiro imortal. Portanto, ela é uma bola caduca, que passa por cima das Leis da Física como passam os velhinhos caducos. Exemplo: um velhinho caduco sempre gira em sentido contrário ao da Terra e se pegar um efeito estranho no segundo passo acaba batendo a cabeça na trave.
Tomara que em 2.014 os velhinhos da FIFA não inventem um apito com frequência de vibração abaixo de 20 ou acima de 20 mil Hertz. Fora dessa frequência, só elefante e velhinho caduco ouvem. Por isso que os velhinhos caducos falam sozinhos.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

DIÁRIO DA COPA


DUNGA NO ANALISTA

"Dunga, com toda minha experiência em psicanálise, o que eu posso dizer é que você está passando por um processo de identificação. Na identificação, a pessoa se transforma de acordo com aquilo que mais admira fora de si.
No seu caso, a identificação foi com um rinoceronte.
Essa é a razão de você sentir que pesa três toneladas.
Essa sensação de ter dois chifres no nariz, essa vontade de ficar dentro dágua, esse comportamento anti-social, irascível, às vezes grotesco, tudo isso vem da identificação com o rinoceronte.
O fato de você ver o Jorginho como um passarinho é também consequência da identificação.
O rinoceronte tem um amigo fiel, que é um passarinho pequenininho, que além de catar seus carrapatos ainda dá o alerta da presença ou aproximação de inimigos, no seu caso os jornalistas.
Mas, não se preocupe, Dunga, não se preocupe. Essa identificação passa. Só tome cuidado para não ficar olhando muito tempo para as gazelas. Nesse caso, geralmente, a identificação fica."

FRED ENTRA NA LINHA DURA MURICY

FRED ENTRA NA LINHA DURA MURICY
"Não quero o espírito do Fred Mercury baixando em você, entendeu? Mas, o do Fred Flinstone pode, tá?"

ACABOU-SE O QUE ERA DOCE NO FLUMINENSE

ACABOU-SE O QUE ERA DOCE NO FLUMINENSE
EM CAMPO O FUTEBOL AZEDO DO MURICY

EVOLUÇÃO

EVOLUÇÃO
Barreira com dois andares. Essa a grande inovação que Muricy traz para o Fluminense.

ORA, A BOLA

--- O adversário é que tem que correr atrás da bola, entenderam?
--- E nós?
--- Nós corremos atrás do adversário.
--- E a bola?
--- A que espirrar é nossa!



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Quem sou eu

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miguelterra@yahoo.com.br Profissional de Jornalismo, Propaganda, Magistério, Música, Literatura, TV e Teatro. Em jornalismo, atuou como redator, editor e cronista dos jornais Folha de S. Paulo e Raposa Magazine, da Fundação Cultural de Curitiba. Em Música, trompetista e jazzista. Em Propaganda, atuou no depto. de criação das agências DPZ, Rino Publicidade, Almap/BBDO, Leo Burnett, Norton Publicidade, Grey Advertising, com prêmios nacionais e internacionais de criatividade. Teatro: autor da peça "Não faz már, não tem`portância", uma dedicatória a Adoniran Barbosa. Magistério: Lecionou na Faculdade Anhembi e UNIP. TV: Roteirista da TV Cultura e SBT (programa de pesca ecológica). Literatura: Autor dos livros "Anjo e Demônio na Propaganda", "São Paulo de Todos os Milagres", "Jundiaí do Canto do Japi", "Futebol que Lava a Alma", "Sob as Sombras do Bem e do Mal" e "A Arte da Comunicação, Musicalmente Falando". miguelterra@yahoo.com.br